Síntese em emergia da compensação ambiental do aterro sanitário Sítio São João: um estudo comparativo

Geslaine Frimaio, Cecilia M. Villas Bôas de Almeida, Biagio F. Giannetti, Sílvia H. Bonilla, Carlos Cezar da Silva

Resumo


Este estudo de caso utiliza a síntese em eMergia (grafado com M) para avaliar um sistema de compensação ambiental, implantado pelo aterro sanitário Sítio São João, na cidade de
São Paulo, em atendimento ao artigo 36 da Lei Federal nº 9985/00, regulamentada pelo Decreto
Federal nº 4340/02, em que o empreendedor firma termo de Compromisso de Compensação
Ambiental correspondente a 0,5% do valor do empreendimento, nas unidades de conservação
indicadas pela Câmara de Compensação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente (SMA). Os
resultados deste estudo indicam que o sistema da compensação ambiental possui emergia total
de 4,39x10
16
sej. A produção de mudas de espécies nativas da floresta atlântica do planalto paulistano realizado no Projeto de Compensação Ambiental foi comparada à produção intensiva de
eucalipto (Eucalyptus spp.) na região de Itatinga, no Estado de São Paulo. Este estudo possibilitou calcular a transformidade da alface (3,07x10
5
sej/J) e da couve manteiga (1,10x10
4
sej/J),
produzidas na horta do projeto, como também a transformidade das mudas de árvores pioneiras e
não pioneiras do planalto paulistano. Para produzir cada joule de energia de uma muda de árvore
nativa, são necessários 7,13x10
11
joules de emergia solar.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v2n32010290

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