Quantificação de depósitos do pulverizador tipo canhão em lavoura cafeeira com espaçamento convencional

Marcelo Augusto Bócoli, Gustavo Rabelo Botrel Miranda, Alessandra Rodrigues Carvalho, Alberto Donizeti Alves

Resumo


Com o objetivo de quantificar os depósitos aplicados com pulverizador do tipo canhão, conduziu-se experimento no sul de Minas Gerais, em novembro de 2009, na lavoura de café cultivar Rubi, espaçamento de 3,80 x 0,80 m com altura média de 2,8 metros e 11 anos de idade. O experimento foi conduzido em DBC em esquema fatorial 2 x 2 com parcelas subdivididas no espaço, com 5 repetições. Foram estudados 2 fatores, volume de calda.ha-1 (300 e 600 L.ha-1) e faixa de aplicação (7,6 e 15,2 metros). As parcelas constituíram-se das plantas de uma área de 16 metros por 15,2 metros (4 linhas de plantio), e as partes da planta (superior e inferior) foram consideradas subparcelas. Foi preparada uma solução marcadora composta pelo corante alimentício azul brilhante (FD&C nº 1) a 0,15% (p/v), para que após a pulverização fossem coletadas 20 folhas de cada parcela, 10 na parte superior e 10 na parte inferior da planta. As folhas foram lavadas e a solução resultante foi lida em espectrofotômetro a 630 nm. Transformou-se os valores de absorbância em ppm para formar a curva de concentração padrão. Os resultados foram submetidos a analise de variância (teste F) e as médias comparadas pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade, realizados com o software SISVAR 4.3. Concluiu-se que a aplicação das gotas é maior na parte superior do cafeeiro e que o volume de calda de 600 L.ha-1 proporciona maior acúmulo de depósitos do que o volume de 300 L.ha-1.
Palavras-chave: Faixa de aplicação. Volume de calda. Pulverizadores. Corante marcador. Tecnologia de aplicação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v4n22012445

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