Estrutura e diversidade da regeneração florestal na nascente do Córrego São Pedro, Juiz de Fora, MG.

Kátia de Almeida Rotmeister Teixeira de Barros, Diego Raymundo Nascimento, José Hugo Campos Ribeiro, Cassiano Ribeiro da Fonseca, Vinícius Campos Almeida, Fabrício Alvim Carvalho

Resumo


Resumo

Esse trabalho descreve a composição florística, a estrutura do estrato regenerante arbóreo de um trecho de floresta secundária, na nascente do Córrego São Pedro, na área rural do município de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. O manancial foi escolhido devido à sua importância como recurso hídrico, como corredor ecológico e por se tratar de uma Área de Preservação Permanente. Em um trecho que compreende 700 metros, a partir da nascente, foram alocadas 25 parcelas de 5 x 5 m e amostrados todos os indivíduos com o diâmetro a altura do peito (DAP) ≤ 5 cm e altura > 1 m, totalizando 983 indivíduos pertencentes a 42 espécies. Houve predominância de espécies de estágios sucessionais iniciais. Foi observada, também, uma elevada dominância ecológica, exercida principalmente pela alta densidade de Tibouchina granulosa (VI = 19,2%). O valor do índice de diversidade de espécies de Shannon (H’ = 2,81 nats.ind-1) foi inferior aos valores encontrados em fragmentos florestais na região. O fragmento de mata ciliar é pequeno e isolado, entretanto, apresenta considerável diferenciação no arranjo de espécies, demonstrando a heterogeneidade característica das florestas tropicais. Ainda que seja um fragmento pequeno, dentro de uma matriz altamente impactada, possui relevante função ecológica na paisagem em que está inserido

Palavras-chave: Mata Atlântica. Fitossociologia. Restauração ecológica. Corredor ecológico. Mata ciliar.


Palavras-chave


Mata Atlântica. Fitossociologia. Restauração ecológica. Corredor ecológico. Mata ciliar.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v7n42015761

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