Influência do volume de aplicação e dose de daquat na dessecação de milheto

Marcelo Alves Terra, Karina Amadeu Marson, Mario Ribeiro Ruth Vaz

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de diferentes doses de diquat aplicados com
diferentes volumes na dessecação do milheto no estágio de 3 a 5 folhas. O estudo foi conduzido
nas dependências da FUNDEG, onde as sementes de milheto foram distribuídas em saquinhos para
produção de mudas com capacidade para 2 kg, contendo vertissolos. Quando as plantas se encontraram
com 3 a 5 folhas, realizou-se a pulverização dos herbicidas nas doses de 100, 200, 400 e 800g/ha,
com os volumes de 50, 100, 200 e 400l/ha. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente
casualizado com 3 repetições. Para a aplicação do Diquat, utilizou-se um pulverizador costal da marca
jacto com capacidade de 5 L, equipado com uma barra de pulverização, contendo um bico tipo Teejet AVI
ISSO 110.02. Aos 4, 7 e 14 dias após as aplicações, realizaram-se avaliações visuais de fitotoxicidade,
utilizando uma escala de notas que variou de 0 (zero) a 100 (cem), sendo que 0 corresponde à ausência
de sintomas e 100 a morte da planta. Na primeira avaliação, não ocorreram diferenças significativas
entre os parâmetros estudados. Aos 7 DAA, observou-se que o efeito do diquat nas doses de 400 e 800
g de i.a./ha não foi influenciado pelo volume de aplicação. O mesmo comportamento foi observado
quando se avaliou aos 14 DAA, com exceção da dose de 200 g de i.a./ha quando aplicada com um
volume de 400 l/ha.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v2n12010253

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