Avaliação da escória de siderurgia e do calcário como corretivos para cultura cafeeira

Bruno Manoel Rezende de Melo, Raul Henrique Sartori

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de correção da escória de siderurgia comparativamente ao calcário em função do tempo e profundidade. O experimento foi instalado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, campus Muzambinho, em lavoura de café arábica da cultivar Catuai, implantada em  solo Latossolo Vermelho Amarelo (LVA), sendo que os corretivos foram aplicados em função da elevação da saturação de bases para 60% (V%). O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com parcelas subdivididas no tempo, com quatro repetições, considerando os seguintes tratamentos: testemunha (sem calcário ou escória), com calcário e escória, sendo as subparcelas amostradas nos respectivos tempos e profundidade: 30 dias (0 a 0,1m), 60 dias (0 a 0,1m e 0,1m a 0,2m) e 90 dias (0 a 0,1m e 0,1m a 0,2m). Os resultados obtidos demonstraram que os corretivos não diferiram entre si. Conclui-se, portanto, que a escória de siderurgia apresentou potencial de uso na cafeicultura comparativamente ao calcário na profundidade de 0 a 10 cm, apresentando resultado significativo para o tempo 30 dias após aplicação dos corretivos, entretanto, a exemplo do calcário, a escória não corrigiu o solo na profundidade de 10 a 20 cm.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v5n12013432

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