Quantificação de depósitos em folhas de trapoeraba com diferentes tipos de pontas de pulverização

Rodolfo Gonçalves Pereira, Thiago Barbosa Gonçalves da Silva, Acácio Aparecido Anunciação, Wellington Hipólito dos Santos, Gustavo Rabelo Botrel Miranda, Alberto Donizete Alves, Raul Henrique Sartori

Resumo


Com o objetivo de verificar o melhor modelo de pontas de pulverização hidráulica para a quantificação de depósitos em folhas de Commelina benghalensis, foi desenvolvido um experimento, em março de 2012 no IFSULDEMINAS - Campus Muzambinho/MG, em lavoura de café da cultivar catuaí, com espaçamento de 3,7m x 1,0m. O delineamento utilizado foi em blocos ao acaso (DBC), com quatro tratamentos distribuídos em cinco blocos, onde foi avaliado o depósito de calda em folhas de trapoeraba. A solução marcadora era composta pelo corante azul brilhante (FD&C no 1) a 0,15% (p/v) e os tratamentos – tipos de pontas de pulverização – foram: leque duplo (modelo TJ-60 11002 VS); leque comum (modelo ADI 11002); indução de ar (modelo ADIA Magno 11002); e cônico vazio (modelo J-4) - todos acoplados a pulverizador costal pressurizado (CO2), utilizando barra com 2 bicos espaçados em 50 cm  e altura de 40 cm do alvo biológico. As parcelas foram constituídas de 5 metros de comprimento por 1 metro de largura e, após a aplicação, foram coletadas 5 folhas de trapoeraba de cada parcela, que foram acondicionadas em sacos plásticos para serem lavadas e medidas posteriormente. A solução resultante foi analisada por espectrofotômetro a 630 nm, quando se determinou o volume depositado nas folhas em µL cm-². Os valores obtidos foram submetidos à análise de variância pelo teste F, e as médias, comparadas pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade, realizado pelo software SISVAR 4.3. Conclui-se que não há diferença significativa para deposição de calda em folhas de C. benghalensis para as pontas utilizadas.


Palavras-chave


Commelina benghalensis, corante, tecnologia de aplicação

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v8n12016774

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