Manejos de irrigação e doses de nitrogênio em beterraba

Sebastião Geraldo Lopes, César Antônio da Silva, Fernando Antônio da Silva Lopes, Messias Morais Ferreira, Luís Léssi dos Reis

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta da beterraba, cultivar Itapuã 202, a manejos de irrigação e doses de nitrogênio. O experimento foi realizado num Argissolo Vermelho Amarelo, de textura média, no município de Confresa (MT), no período de julho a setembro de 2014. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições, em parcelas subdivididas, no esquema 2 x 6. Nas parcelas foram aplicados dois manejos de irrigação por microaspersão (apenas de manhã; duas vezes ao dia, manhã e tarde) e nas subparcelas, seis doses de nitrogênio iguais a 0, 25, 50, 75, 100 e 125 kg ha-1. A fonte de N utilizada foi a ureia, aplicada em cobertura nos canteiros, aos 15 e 45 dias após a semeadura. A colheita foi realizada aos 65 dias após a semeadura. Foram avaliados o número de folhas por planta; a área foliar (cm2 planta-1); o diâmetro médio das raízes (cm); a matéria seca de raízes (MSR), da parte aérea (MSPA) e total (g planta-1); as produtividades comercial e total (t ha-1); a massa de raízes com defeitos (t ha-1); a relação da matéria seca de raízes e da parte aérea; o teor de N foliar (g kg-1). Houve efeito significativo dos níveis de adubação nitrogenada sobre a área foliar e as matérias secas da parte aérea e total. A aplicação de 125 kg ha-1 de N e a irrigação apenas de manhã, elevando a umidade do solo à capacidade de campo, propiciaram melhores resultados de produtividade comercial (21,225 t ha-1) e total de beterraba (29,038 t ha-1).

Palavras-chave: Beta vulgaris L. Frequência de irrigação. Adubação.


Palavras-chave


Beterraba. Frequência de irrigação. Adubação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v8n32016807

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