Qualidade do milho para nutrição animal comercializado a varejo e métodos para determinação da umidade

Daviane Martinele Costa, Luiz Carlos Machado, Flávio Bittencourt, Larisse Cristina Pereira

Resumo


O Brasil já alcançou a marca histórica dos 61 milhões de toneladas de ração produzidas anualmente e cerca de 70% é composta por milho, cuja qualidade nutricional sofre influência de diversos fatores. Parte do milho comercializado não passa por controle de qualidade sendo aceito sem quaisquer restrições. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade do milho comercializado a varejo e determinação da umidade por diferentes métodos, uma vez que vários métodos podem ser utilizados sem a certeza de sua confiabilidade. Amostras de milho foram coletadas em quatro casas agropecuárias, localizadas em Bambuí-MG, durante 12 meses. Foram avaliados proteína bruta (PB), umidade em três diferentes metodologias e grãos avariados, considerando grãos mofados, ardidos, quebrados, brotados, chochos e carunchados. Estudou-se também a variação na qualidade do milho ao longo do ano. Não houve diferenças significativas (P>0,05) entre casas agropecuárias para os parâmetros de umidade, PB, grãos ardidos, mofados, carunchados, brotados e quebrados. Constatou-se que o teor de PB varia conforme a época, bem como o conteúdo de grãos avariados. Verificaram-se vários valores abaixo do padrão mínimo de qualidade aceitável. Diferenças significativas (P<0,05) foram detectadas entre as formas de determinação da umidade do milho, sugerindo necessidade de padronização da metodologia de avaliação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v5n22013436

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